Posts Tagged ‘células’

Jogo – Sistema Imunológico


 

Ainda “fuçando” o site da revista Nova Escola, encontrei um jogo de cartas sobre o funcionamento do Sistema Imunológico durante a invasão de um vírus na corrente sanguínea. Nele você aprende, principalmente, sobre a cadeia de reações imunes que levam à destruição dos vírus (macrófagos apresentando antígenos aos linfócitos T, produção de anticorpos pelos linfócitos B e etc).

Este jogo deve ser montado, ou seja, você deve baixar e imprimir as cartas para jogá-lo. Clique aqui para acessar o site.

Notícia – Rato imune ao câncer


https://i1.wp.com/cdn2.arkive.org/media/C3/C3349280-D456-4974-B1E4-E77DE8A0F99F/Presentation.Large/Naked-mole-rat-queen-and-young-handheld.jpg

O rato-toupeira-pelado (Heterocephalus glaber) é um roedor encontrado, principalmente, em alguns países africanos (não ocorre no Brasil). Como seu nome sugere, ele possui pouquíssimos ou nenhum pelo no corpo e vive em galerias (túneis) que escava no subsolo. Nestes túneis, o H. glaber vive em colônias parecidíssimas com as de insetos: somente uma fêmea rainha se reproduz e copula periodicamente com alguns machos de sua escolha (de 1 a 3) e os demais integrantes da colônia, tanto machos quanto fêmeas, cuidam dos filhotes, da rainha, buscam alimento, defendem os túneis e expandem as galerias subterrâneas:

Esses animais podem viver até 30 anos (um rato comum do mesmo tamanho deles vive, em média, 4 anos) e os efeitos do envelhecimento, como perda de massa óssea, parecem não afetá-los. Além disso, praticamente não sentem dor e possuem a pele muito elástica.

Há alguns anos os cientistas descobriram que os ratos-toupeira-pelados não contraem nenhum tipo de câncer, mas não conseguiram identificar ao certo o que eles têm de diferente dos outros mamíferos que lhes dão essa capacidade. No entanto, em um estudo publicado em  junho deste ano na Nature, cientistas de universidades americanas, israelenses e chinesas descobriram que os ratos-toupeira-pelados produzem uma grande quantidade de ácido hialurônico na pele. Este ácido, também produzido por nós e os outros mamíferos, possui várias funções, dentre elas, “compor a matriz extracelular, mantendo as células dos tecidos unidas, e controlar o crescimento de determinadas células”, de acordo com o professor Andrei Seluanov, coautor da pesquisa (fonte).

Segundo o estudo, a grande quantidade de ácido hialurônico secretada pelos fibroblastos (células do tecido conjuntivo que produzem substâncias que dão elasticidade aos tecidos) torna a pele dos ratos-toupeira-pelados muito flexível e resistente, características importantíssimas para que eles passem com mais facilidade pelos túneis estreitos em que vivem. Mas, como num grande golpe de sorte, a alta concentração de ácido hialurônico na pele desses ratos também torna-os imunes a qualquer tipo de câncer!

https://i0.wp.com/cdn2.arkive.org/media/97/97739A52-D9C4-4E75-BFD8-98D3C7C2DE15/Presentation.Large/Naked-mole-rat-using-teeth-to-dig.jpg

Os cânceres nada mais são do que o crescimento descontrolado de células em um organismo. Ao controlar o crescimento das células o ácido hialurônico, indiretamente, acaba impedindo o desenvolvimento dos cânceres o que, de acordo com os autores do estudo, contribui para a anormal longevidade dos ratos-toupeira-pelados.

Os autores esperam que esta descoberta “abra novos horizontes” para a prevenção dos cânceres e do aumento da expetativa de vida humana.

 

Referências:

Tian et al (2013). High-molecular-mass hyaluronan mediates the cancer resistance of the naked mole rat. [Baixe este artigo aqui, em inglês].

http://www.livescience.com/37555-cancer-resistance-naked-mole-rats.html

Notícia – Sêmen torna o HIV mais potente


Sêmen torna o HIV mais potente

Um peptídeo transporta o vírus por entre as células das mucosas, aumentando a possibilidade de contaminação em até 100.000 vezes

Por Nikhil Swaminathan

(Retirado de: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/semen_torna_o_hiv_mais_potente.html)

Espermatozoides ao microscópio eletrônico. Fonte: http://www.upf.br/comarte/wp-content/uploads/2012/11/espermatozoides.jpg

Mais de 80% das infecções por vírus da imunodeficiência humana (HIV) são transmitidas por relação sexual, e tudo indica que os pesquisadores podem ter descoberto pelo menos uma razão que explique esse fato. De acordo com um novo estudo publicado na Cell, um componente do sêmen humano pode facilitar a dispersão do vírus ao ter como alvo as células do sistema imunológico, em alguns casos tornando o patógeno até 100.000 vezes mais virulento.

A equipe de cientistas alemães havia decidido, inicialmente, determinar se o sêmen continha fatores que inibem a infecção por HIV. “Não estávamos esperando encontrar um potencializador e nos surpreendemos ainda mais com a sua intensidade“, disse o co-autor do relatório Frank Kirchhoff, virologista da Clínica da Universidade de Ulm, Alemanha. “A maioria dos potencializadores provoca um efeito duas ou três vezes maior, mas, neste caso, o efeito é incrível – mais que 50 vezes e, sob certas condições, mais de 100.000 vezes.”

O HIV, vírus responsável pela AIDS, já infectou 60 milhões de pessoas em todo o mundo (causando 25 milhões de mortes), desde sua descoberta em humanos em 1981. A taxa de transmissão por relação sexual intravaginal é estimada em uma a cada 200 a 2.000 atos sexuais. Na África, 60% das novas infecções são em mulheres que fizeram sexo com homens HIV-positivos.

Kirchhoff e sua equipe estudaram muitas das 900 proteínas encontradas no fluido seminal em sua busca de potenciais inibidores e potencializadores da transmissão do HIV. Entre os fatores promotores descobertos estavam fragmentos de uma proteína chamada fosfatase ácida prostática, secretada pela próstata. Uma análise da estrutura do peptídeo no sêmen indicou que ele se liga a fragmentos similares para criar fibras amilóides (aglomerados de fragmentos de proteína que também estão envolvidos em doenças como o Mal de Alzheimer). Os cientistas se referem às fibras amilóides como “potencializadores de infecção viral derivado do sêmen” (SEVI, na sigla em inglês). Se eles não se ligam para se tornarem fibras, informam os pesquisadores, os segmentos de peptídeo permanecem inativos e não potencializam a transmissão viral.

No entanto, uma vez unidas, as fibras agem como meio de transporte, aprisionando e carregando as partículas do vírus HIV para as células-alvo. Os pesquisadores descobriram que o HIV presente no sêmen é mais bem-sucedido que o vírus sozinho na infecção de células T e de macrófagos (células do sistema imunológico que possivelmente são os alvos iniciais da infecção no corpo). Eles também testaram a quantidade limite de vírus necessários para infectar as células da amídala humana, observando que, na presença do sêmen, um número bem menor de partículas de HIV foi necessário para a transmissão.

Os pesquisadores injetaram tanto vírus HIV normais quanto vírus tratados com SEVI na cauda de ratos que haviam recebido células do sistema imunológico humano. O HIV com componente do sêmen foi cinco vezes mais eficaz na transmissão do vírus. Em situações em que níveis baixos do vírus são transferidos – como durante a relação sexual –, disse Kirchhoff, o SEVI pode tornar a probabilidade de disseminação do HIV 100.000 vezes maior quando comparada à do vírus sozinho.

No editorial que acompanha o artigo, a colega pós-doutorada Nadia Roan, em conjunto com Warner Greene, pesquisador sênior do Gladstone Institute of Virology and Immunology de São Francisco, na University of California, , escreveu: “Se o SEVI de fato aumenta em muitas vezes a disseminação heterossexual do HIV no mundo em geral, então é concebível dizer que combater a força desse fator poderia diminuir essas freqüências a níveis que podem praticamente eliminar a transmissão do HIV induzida pelo sêmen.”

Mas outros afirmam que mais pesquisas são necessárias para compreender plenamente o papel da fosfatase ácida prostática na transmissão viral. “Não acho que seja possível fazer qualquer interpretação sobre essa experiência, apenas que a substância torna o vírus mais contagioso se alcançar as células-alvo… sendo que é muito difícil atravessar as superfícies da mucosa”, afirma Robin Shattock, professor de infecção celular e molecular na St George\\`s University of London. A opinião é compartilhada por Myron Cohen, epidemiologista do Centro de Doenças Infecciosas da Escola de Medicina da University of North Carolina em Chapel Hill: “Precisamos entender cada detalhe sobre a biologia da transmissão do HIV…; o lógico a ser feito em seguida em termos de experiências é demonstrar em modelos de macacos reso que essa substância tem uma função na transmissão.”

Jogos – Evolução


Jogos Estadao

Encontrei aqui dois jogos muito bacanas sobre Evolução.

O primeiro chama-se “Seleção Digital”, em que você é um passarinho que precisa comer libélulas para obter energia e fugir de uma cobra. Porém, à medida que o passarinho vai comendo as libélulas mais fáceis de enxergar, as libéluas camufladas sobrevivem e vão produzindo gerações em que só há libélulas camufladas. Assim, o passarinho atua como um fator de seleção, isto é, ao eliminar as libéluas coloridas ele deu oportunidade para que as outras (as camufladas) se reproduzissem e acabassem formando um grupo novo (talvez até uma espécie nova) de libélulas.

O segundo jogo chama-se “Árvore da Vida”. Nele, você deve seguir o caminho evolutivo percorrido pelos seres até chegar à espécie humana. Para isso, você deve clicar nos seres que são nossos ancestrais.

Em princípio você vai estranhar, porque não aparecerão seres parecidos conosco. Então, você deve pensar nas características que o ser que você vai escolher e nós temos em comum. Por exemplo: na primeira tela aparecerão 3 desenhos (uma bactéria comum, uma bactéria primitiva e uma planta). Você deve pensar nas características que cada um destes seres compartilham conosco. Neste caso, você deve clicar na planta, porque ela e nós possuímos células com núcleo, ao contrário das bactérias, que são procariontes. Entendeu? Daí para frente você deve seguir essa linha de raciocínio até chegar no Homo sapiens, o ser humano moderno (nós!).

Divirta-se! \o/

Vídeo – “O Início da Vida”


Vídeo que trata, principalmente, da possibilidade da ocorrência da Panspermia Cósmica – teoria que propõe que os meteoritos que caíram na Terra há quase 4 bilhões de anos trouxeram aminoácidos, talvez até células prontas, para nosso planeta.

O documentário também aborda:

– Estudos dos componentes químicos dos meteoritos que caíram na Terra;

– Os processos que levaram à evolução das primeiras formas de vida da Terra, as bactérias;

– Como pode ter sido nosso UAC (Último Ancestral Comum);

– A importância das mutações para a Evolução;

– Fósseis químicos e biológicos;

– O experimento de Stanley Miller, dentre outros.

 

Ficha técnica

Título: O Início da Vida

Duração: 45min e 03 seg

Produção e direitos: National Geographic

 

Enjoy! 😀

 

Aula – Introdução ao Corpo Humano


Corpos humanos plastificados da mostra “The Human Body Exhibition”, que esteve em BH em 2011. Se você não foi e quer saber mais sobre anatomia e plastificação de corpos, entre no site da exposição (em inglês): http://www.thehumanbody.ie/

 

Aula direcionada aos alunos do 8º ano e organizada em slides (extensão .ppt, formato editável).

 

Conteúdo:

– Conceitos e exemplos de sistemas, órgãos, tecidos e células;

– Principais partes e organelas celulares.

 

Quantidade de slides: 35

 

Para baixar esta aula clique aqui.

Aula – Organização dos Seres Vivos


Essa aula é direcionada aos alunos de 7º ano e foi organizada em slides com extensão .ppt

 

Conteúdo da aula:

– Características dos seres vivos;

– Conceitos e exemplos de sistemas, órgãos, tecidos e células;

– Partes básicas das células;

– Conceitos e exemplos de seres procariontes e eucariontes;

– Conceitos e exemplos de seres unicelulares e pluricelulares;

– Diferenças entre microscópios ópticos e eletrônicos.

 

Faça o download da aula aqui.

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